Pensar Não Dói - Blog do ator e diretor Marcos Fayad

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Samuel Salcedo nasceu em Barcelona em 1975, cidade onde vive e trabalha. J xp s sua obra na Alemanha, Moscou, Istambul e vai ganhando o mundo... Suas esculturas se caracterizam por uma excel ia t ica e o dom o dos diversos materiais com que trabalha (resina, madeira, alumnio) e onde integra a pintura, com a qual come . Suas esculturas e seus personagens s inquietantes, carregados de uma ironia sutil e parecem interrogar o espectador. Pode-se olhar as esculturas de Samuel Salcedo pensando no que Van Gogh disse: Meu grande desejo prender a fazer deforma s, ou inexatid es e muta s do verdadeiro; meu desejo ue venham ona tamb as mentiras que sejam mais verdadeiras que a verdade literal . Muito pr xima do teatro a obra de Salcedo me encanta, por isto passa a integrar o blog a partir de hoje. ___________________________________________________

10
NOV

Di go entre pai revolucion o dos anos 60 e filho alienado dos anos 80.    

MANGUARI- ...N posso mais, n posso mais viver com uma pessoa que me olha como se eu estivesse morto! Como se todas as pessoas que est a ora gemendo no mundo fossem a mesma coisa! Como se n houvesse dois lados! Isso que eu aprendi quando tinha sua idade. Que existem dois lados. E eu sempre estive ao lado dos que tem sede de justi menino! Eu sou um revolucion o, entendeu? S porque uso terno e gravata e ando no nibus 415 n posso ser revolucion o? Sou um homem comum, isso utra coisa, mas at hoje ferve meu sangue quando vejo do nibus as crian na favela, no meio do lixo, como porcos, at oje choro, choro quando vejo cinco oper os sentados na cal a, comendo marmitas frias, choro quando vejo vigia de obras aos domingos, sentado, r o de pilha no ouvido, a imensa solid dessa gente, a imensa injusti Revolu sou eu! Revolu pra mim j oi uma coisa pirot ica, agora todo dia, l o mundo, ardendo, usando as palavras, os gestos, os costumes, a esperan desse mundo, voc revolucion o, menino, o revolucion o sou eu, voc no meu tempo, chamava-se Lorde Bundinha que nunca negou que era um fugitivo, voc um covardezinho que quer fazer do medo de viver, um espet lo de coragem!

LUCA- Eu j he disse, voc que pensa que evolucion o, a doce imagem que voc az de voc pai, mas voc um funcion o p blico, voc rabalha pro governo! Para o governo! Anda de nibus 415 com dinheiro trocado para n brigar com o cobrador e que de noite fica na janela, vendo uma senhora de peruca tirar a roupa e ficar nua! (Manguari d m tapa na cara de Luca, avan para ele, Nena se interp e, ficam embolados) _________________________________________________________

Mais uma bela obra do catal Samuel Salcedo

Pensa bem: H ertas imagens que s bonitas porque s Pronto...cabou.

10
NOV

M sicos de rua em Amsterdam/Holanda. Uma foto, pra mim, comovente.

09
NOV

Um espet lo do core grafo japon USHIO AMAGATSU impregnado de beleza e conte do

ushio amagatsu from Vincent Barthélemy on Vimeo.

Gosto de ler livros depois que eles saem da midia, deixam de ser not a e sobrevivem nas estantes. Gosto de ler as biografias de Ruy Castro pelo rigor com que pesquisa seu biografado e o prazer com que escreve sobre.            Pelo jeito n estou sozinho nisso. Leia o que escreveu sobre um de seus mais brilhantes livros em que a personagem principal nossa Carmen Miranda. Texto de 2006 de uma jornalista que admiro:       

"CARMEN", o livro, ma felicidade. Escorado numa pesquisa monumental, Ruy Castro criou um retrato vivo, divertido e minucioso, n s de Carmen Miranda, mas de toda a sua ca; ele nos leva de um balc de chapelaria na Rua do Ouvidor a Hollywood dos anos dourados, passando pelo Cassino da Urca e pelos bastidores da Broadway - e nem nos damos conta de que, em dois tempos, devoramos quase 600 p nas.

O que fica claro, terminada a leitura, ue nunca houve uma mulher como Carmen; e que nunca mais conseguiremos v a apenas como um ex tico produto enlatado, depois de ler o livro. 

Escreveu a jornalista Cora R nai

A night in rio from DJ LE CLOWN on Vimeo.

A pintura do Francis Bacon, bizarra, grotesca, inquietante parte importante das minhas prefer ias art icas h das. Me empenhei muito nos anos 90 pra ir a Madri ver uma exposi dele, talvez das ltimas em que ele se fez presente. Era arredio, dizia que sua pintura expressava sua opini sobre o mundo e pronto: nada mais a falar. N sei se rivil o ou pavor, mas quase todos os meus pesadelos se parecem com as situa s e as personagens que ele pintou. Como este blog ra compartilhar com os que o acessam a arte que gosto achei que o Francis Bacon era perfeito. E ele est aqui em apenas duas de suas genialidade misteriosas. A obra dele pode ser encontrada quase completamente na internet...se voc gostar. Pra mim mpens l algu n gostar de Francis Bacon. Mas....

09
NOV

Pesadelo art ico

09
NOV

Quando fui menino muitos santinhos de Primeira Comunh eram assim. Ainda se faz Primeira Comunh

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Leia o Artigo Zero e conheça Marcos Fayad e a proposta do blog Pensar Não Dói.

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