A primeira vez que o vi foi no seu próprio País, a Colômbia...e não queria mais sair do museu porque sua pintura me cativou, me encantou, me manteve meio que plantado no chão e com um sorriso no canto da boca. Ainda hoje é assim mesmo que vejo as dezenas de telas do Fernando Botero  (Medellin, 1932) que tenho no meu computador. Com admiração, encantamento e humor.  Sua pintura é universal e, claro, inconfundível. Li recentemente uma entrevista dele no jornal El País da Espanha onde dizia que não pinta gordos, pinta volumes. Tudo que pinta é volumoso: árvores, animais, objetos, mas suas figuras humanas são irresistíveis.  

Recentemente, o artista retratou a violência e a tortura dos soldados americanos durante a invasão do Iraque – são cenas bárbaras e dramáticas baseadas em fotografias que os jornais do mundo inteiro revelaram.

Aos que afirmam que sua pintura se baseia em deformações ele retruca:

“A deformação sem um adjetivo superior seria uma caricatura, ou mesmo uma monstruosidade. Não pinto pessoas gordas, as pessoas gordas refletem apenas uma preocupação estética e possui uma função estilística.”

Um dos meus pintores favoritos, Fernando Botero entra no blog pra valorizá-lo e botar nos leitores o mesmo sorriso de canto de boca que senti há alguns anos.

O quadro acima é EL CIRCO

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